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Após vacinação, mortes e casos de Covid-19 em profissionais de saúde caem pela metade no MA

Em números exatos, mortes caíram 55%, enquanto os casos sofreram redução de 66% nos registros.

Após o início da vacinação contra a Covid-19 em profissionais de saúde, no dia 19 de janeiro, os registros de mortes e casos da doença nessa categoria tiveram redução superior a 55% no Maranhão.

Até o dia 03 de maio, já se passaram 104 dias de vacinação contra a doença em todo o estado. Durante esse período, foram 4 mortes registradas pela Covid-19 em profissionais de saúde. No entanto, nos 104 dias antes da vacinação, o Maranhão havia registrado 9 óbitos pela doença nessa categoria, o que representa uma redução de 55,5%.

Já em relação ao registro de casos, a redução é ainda maior. Do dia 19 de janeiro até agora, foram 228 casos registrados em profissionais de saúde. Antes, o número de registros havia chegado a 679. Ou seja, após a vacinação houve queda de 66,42%.

A redução nos casos e óbitos pela doença ocorre em paralelo ao início da vacinação, que garante a proteção contra a Covid-19. De acordo com especialistas, a proteção da vacina já ocorre em eficácia máxima cerca de duas semanas após a aplicação da segunda dose. A vacina CoronaVac, por exemplo, tem a segunda dose aplicada em até 28 dias após a primeira.

Já o imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca é reforçado 90 dias depois. Algumas pesquisas indicam que a vacina Oxford/AstraZeneca tem 76% de eficácia logo após três semanas da primeira aplicação.

Ampola da vacina da AstraZeneca em foto ilustrativa feita em 11 de janeiro de 2021 — Foto: Ilustração/Dado Ruvic/Reuters/Arquivo
Ampola da vacina da AstraZeneca em foto ilustrativa feita em 11 de janeiro de 2021 — Foto: Ilustração/Dado Ruvic/Reuters/Arquivo

Atualmente, nem todos os profissionais de saúde no Maranhão já foram imunizados contra a Covid-19. Em São Luís, a Prefeitura chamou para vacinação nesta segunda-feira (3) os profissionais entre 30 e 34 anos que perderam a 1ª dose. Outros, ainda precisam tomar a segunda dose do imunizante.

Fonte: G1MA

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