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Cantora Vanusa morre aos 73 anos em casa de repouso em SP

Causa da morte da artista teria sido insuficiência respiratória

A cantora Vanusa morreu na manhã deste domingo (8), aos 73 anos, em uma casa de repouso na cidade de Santos, em São Paulo, onde estava morando há mais de 2 anos. A causa da morte da artista teria sido insuficiência respiratória.

Um enfermeiro percebeu que, por volta das 5h30, ela estava sem batimentos cardíacos. Uma equipe da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) foi acionada e então teria constatado insuficiência respiratória como a causa da morte.

Em setembro e outubro, Vanusa esteve internada no Complexo Hospitalar dos Estivadores, em Santos, por causa de um quadro grave de pneumonia. Segundo funcionários da casa de repouso onde ela estava, Vanusa recebeu a visita de Amanda, a filha mais velha, ainda no sábado (7). Ela cantou, brincou, riu e se alimentou bem.

Segundo a assessoria de imprensa da cantora, o filho Rafael Vannucci está viajando para São Paulo para tratar dos trâmites do enterro e mais informações serão repassadas no final do dia.

A CARREIRA DE VANUSA
Vanusa nasceu em 22 de setembro de 1947 na cidade de Cruzeiro (SP), mas foi criada em Uberaba (MG). Com mais de 20 discos lançados ao longo da carreira, e 3 mais de milhões de cópias vendidas, a cantora e compositora era mais identificada com a canção popular do que com a MPB.

Em 1966, fez sucesso com a canção “Pra nunca mais chorar” e passou a se apresentar na TV Excelsior. Nos anos 1970, emendou sucessos como “Manhãs de setembro”, que escreveu em parceria com seu parceiro frequente Mário Campanha, e baladas como “Sonhos de um palhaço”, de Antônio Marcos e Sérgio Sá, e “Paralelas”, de Belchior.

Em 1972, se casou com Antônio Marcos. O cantor participou diretamente da carreira de Vanusa com outras músicas, como “Coração americano”, escrita com Fagner. A música faz parte de um dos melhores discos da cantora, “Amigos novos e antigos”, lançado em 1975.

Nas décadas seguintes, manteve a carreira ativa com o lançamento de discos e participações em diversos festivais de música no país e no exterior, como Uruguai, Coreia do Sul e Chile. Em 2005, participou ainda de eventos e shows comemorativos dos 40 anos da Jovem Guarda.

A cantora Vanusa morreu na manhã deste domingo (8), aos 73 anos, em uma casa de repouso na cidade de Santos, em São Paulo, onde estava morando há mais de 2 anos. A causa da morte da artista teria sido insuficiência respiratória.

Um enfermeiro percebeu que, por volta das 5h30, ela estava sem batimentos cardíacos. Uma equipe da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) foi acionada e então teria constatado insuficiência respiratória como a causa da morte.

Em setembro e outubro, Vanusa esteve internada no Complexo Hospitalar dos Estivadores, em Santos, por causa de um quadro grave de pneumonia. Segundo funcionários da casa de repouso onde ela estava, Vanusa recebeu a visita de Amanda, a filha mais velha, ainda no sábado (7). Ela cantou, brincou, riu e se alimentou bem.

Segundo a assessoria de imprensa da cantora, o filho Rafael Vannucci está viajando para São Paulo para tratar dos trâmites do enterro e mais informações serão repassadas no final do dia.

A CARREIRA DE VANUSA
Vanusa nasceu em 22 de setembro de 1947 na cidade de Cruzeiro (SP), mas foi criada em Uberaba (MG). Com mais de 20 discos lançados ao longo da carreira, e 3 mais de milhões de cópias vendidas, a cantora e compositora era mais identificada com a canção popular do que com a MPB.

Em 1966, fez sucesso com a canção “Pra nunca mais chorar” e passou a se apresentar na TV Excelsior. Nos anos 1970, emendou sucessos como “Manhãs de setembro”, que escreveu em parceria com seu parceiro frequente Mário Campanha, e baladas como “Sonhos de um palhaço”, de Antônio Marcos e Sérgio Sá, e “Paralelas”, de Belchior.

Em 1972, se casou com Antônio Marcos. O cantor participou diretamente da carreira de Vanusa com outras músicas, como “Coração americano”, escrita com Fagner. A música faz parte de um dos melhores discos da cantora, “Amigos novos e antigos”, lançado em 1975.

Nas décadas seguintes, manteve a carreira ativa com o lançamento de discos e participações em diversos festivais de música no país e no exterior, como Uruguai, Coreia do Sul e Chile. Em 2005, participou ainda de eventos e shows comemorativos dos 40 anos da Jovem Guarda.

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