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Dráuzio Varella usa “pessoa com vagina” para não ofender trans

Pressão sobre “gênero” tem levado pessoas públicas a se render ao politicamente correto.

A pressão da agenda LGBT em favor da ideologia de gênero tem levado algumas pessoas públicas a evitar o uso de termos como “mulher” ou “homem”, substituindo por “pessoa com vagina” ou “pessoas que menstruam”. É o caso do médico Drauzio Varella, que usou o termo em uma publicação em suas redes sociais.

O uso do termo tem como objetivo incluir mulheres e trans no mesmo grupo, evitando “ofender” aqueles que se declaram como mulheres mas nasceram com o sexo biológico oposto. O médico usou o termo ao comentar sobre a candidíase, doença que atinge 75% das mulheres.

“A candidíase atinge até 75% das pessoas com vagina em alguma fase da vida e, embora haja essa confusão, ela não é sexualmente transmissível (…)”, diz a postagem nas redes de Drauzio Varella.

A questão diz respeito a pressão de ativistas trans e que estão levando até mesmo jornalistas politicamente corretos a evitar os termos em suas matérias. Ao falar, por exemplo, sobre higiene íntima masculina, eles colocam “para quem tem um pênis”, ao invés de citar a palavra “homem”.

Em duas matérias recentes da Folha de São Paulo, os termos “mulher”, “homem”, “masculino” ou “feminino” não aparecem. Na Inglaterra, feministas e transexuais estão em uma guerra, já que a tentativa de destruir o termo “mulher” atinge diretamente as lutas das ativistas.

Além do uso do termos, alguns ativistas defendem “linguagem neutra” com uso de palavras estranhas para o vocabulário comum, como o uso de “x” para substituir letras em palavras como “todxs” invés de “todos e todas”, “meninxs” para “meninos e meninas”, entre outros absurdos.

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