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Pastor é hostilizado por ativistas LGBT durante batismos no Canadá

Um pregador de rua foi hostilizado por uma multidão de ativistas LGBT enquanto fazia batismos em uma praia de Vancouver, como parte de sua turnê pelo Canadá. O caso aconteceu em 31 de agosto, mas as imagens voltaram a repercutir esta semana nas redes sociais.

O pastor David Lynn, fundador do ministério Christ’s Forgiveness, foi cercado por uma multidão furiosa que protestava por sua presença na cidade. Enquanto fazia batismos na enseada de False Creek, os ativistas gritavam e lançavam objetos contra ele, conforme mostram as imagens.

“Estou aqui hoje para batizar as pessoas que aceitam minha mensagem”, disse Lynn ao site canadense Global News. “Não estou aqui para falar com a comunidade gay, não tenho como alvo a comunidade gay”.

Policiais estavam no local para garantir a segurança de todos os presentes. Abaixo, os ataques ao pastor durante o batismo podem ser vistos a partir do minuto 23.

Mais tarde, nas redes sociais, David Lynn comentou o assédio dos manifestantes contra sua mensagem. “A comunidade LGBT no geral (não todos os membros) se mostrou violenta, abusiva, odiosa e muito intolerante e tenho um monte de evidências em vídeo para provar”, disse em 9 de setembro.

“Eles podem dizer o que quiserem sobre a Bíblia e o cristianismo e sair impunes, mas se você falar suas crenças ou opinião sobre o comportamento e as crenças deles, eles não conseguem lidar com isso. Quanto mais poder eles têm, mais violentos eles se tornam com os cristãos e eles tentam aprovar leis para intimidar e criminalizar o cristianismo”, continuou Lynn.

“Está bem documentado. Não recebi ameaças de morte e agressão de nenhum outro grupo em meus mais de 20 anos de ministério do que da comunidade LGBT e, por algum motivo, a mídia e os prefeitos os apóiam”, denunciou.

Na ocasião, o prefeito de Vancouver comentou os acontecimentos e criticou a turnê do pregador de rua. “Acho isso simplesmente desprezível”, disse Kennedy Stewart em entrevista coletiva. “Eu acho que vir de fora da cidade, espalhando ódio, machucando pessoas, simplesmente é inaceitável”.

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