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Organização terrorista Hamas celebrou vitória de Lula em 2022

Os cumprimentos do grupo terrorista pela vitória do petista foram divulgados em 31 de outubro de 2022.

Considerado pela União Europeia, Israel, Reino Unido e Estados Unidos, uma organização terrorista, o grupo Hamas celebrou a vitória do presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nas eleições de 2022. Os cumprimentos do grupo terrorista pela vitória do petista foram divulgados em 31 de outubro de 2022.

Um dos líderes e orientador político do Hamas conhecido como Basim Naim, na época, afirmou que Lula era um ”Lutador pela liberdade’’ e considerou sua eleição ‘’uma  vitória para todos os povos oprimidos ao redor do mundo, particularmente o povo palestino, pois ele é conhecido por seu forte e contínuo apoio aos palestinos em todos os fóruns internacionais”.

A conhecida posição do presidente Lula em apoio ao Estado Palestino foi reiterada no mês passado, quando, como de praxe, o Brasil abriu a reunião ordinária anual da Assembleia Geral das Nações Unidas. No seu 8º discurso na plenária da Assembleia Geral, Lula afirmou. “É perturbador ver que persistem antigas disputas não resolvidas e que surgem ou ganham vigor novas ameaças. Bem o demonstra a dificuldade de garantir a criação de um Estado para o povo palestino”, disse Lula.

Durante os mandatos anteriores de Lula, (de 2003 a 2010), o país reiterou, na abertura das Assembleias da ONU, a posição de apoio à solução de 2 Estados como meio de alcançar uma paz na região, defendendo o fim da ocupação de territórios palestinos.

Diversos analistas políticos criticaram a posição do Governo Lula sobre os ataques terroristas contra Israel. O governo ignorou em seu comunicado a autoria do grupo terrorista islâmico, falhou novamente em matéria de diplomacia presidencial.

O Hamas

O Hamas assumiu a autoria dos ataques que deixaram centenas de mortos e feridos em Israel no sábado (7). O grupo extremista armado é uma das maiores organizações islâmicas nos territórios palestinos.

O Hamas é um grupo extremista islâmico armado que atua nos Territórios Palestinos (são duas áreas não contínuas: a Faixa de Gaza e a Cisjordânia)

O grupo foi fundado em 1987, por um dissidente de um outro grupo islâmico, a Irmandade Muçulmana.

A palavra Hamas é, na verdade, uma sigla que significa Movimento de Resistência Islâmica. O grupo foi criado com base em três ideias centrais: promover a religião, praticar caridade (que é um dos preceitos do próprio Islã) e lutar contra Israel.

No fim dos anos 1980, uma parte dos palestinos se rebelou contra o controle militar que o governo de Israel exercia sobre a Faixa de Gaza e a Cisjordânia.

O grupo tem um braço político e também atua com operações militares. Desde 2007, o Hamas passou a controlar a Faixa de Gaza.

A Cisjordânia, o outro território palestino, é controlado pela Autoridade Palestina. O Hamas tem presença lá, mas não tem o domínio.

Até hoje o Hamas não reconhece o direito de Israel existir como uma nação. Com base em interpretações do Islã, o grupo defende a criação de um Estado Palestino e a saída de judeus da região.

Como se viu nos últimos dias, eles atacam os israelenses com mísseis, matam soldados e civis e fazem israelenses reféns.

Em 2005, o Hamas venceu eleições legislativas em Gaza. Até então, um outro grupo, o Fatah, controlava a área.

Em 2007, os dirigentes do Fatah deixaram Gaza, e o Hamas passou a dominar a Faixa de Gaza.

Há outros grupos organizados na região. O principal deles é a Jihad Islâmica, que em muitas ocasiões faz alianças com o Hamas.

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