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Veto a Orleans afasta de vez aliança entre PT e MDB e reforça nome de Camarão ao governo do Estado

Depois de Baleia Rossi, presidente nacional do MDB, rechaçar a união com o PT no Maranhão, agora foi a vez de integrantes do próprio Partido dos Trabalhadores ouvirem do presidente nacional da sigla, Edinho Silva, que existe um veto ao nome de Orleans Brandão, sobrinho do governador oligarca Carlos Brandão (sem partido), como possível candidato à sucessão do Governo do Maranhão.

Interlocutores do PT no Maranhão já falam abertamente que há um veto integral ao nome de Orleans e, portanto, o projeto considerado natimorto, idealizado pelo governador Carlos Brandão e por seu irmão, Marcus Brandão, o “todo-poderoso”, não deve contar com o apoio do presidente Lula, tampouco do partido.

Com as últimas declarações, Carlos Brandão deve ir a Brasília nas próximas semanas, em uma última tentativa de convencer Edinho Silva a liberar o PT — o que, nos bastidores, é visto como improvável. Na agenda oficial, o governador do Maranhão não tem reunião prevista com Lula. No entanto, segundo fontes do cenário político maranhense, ele tenta viabilizar um encontro com o presidente, na tentativa de uma última conversa.

Enquanto isso, o nome do vice-governador Felipe Camarão segue ganhando força dentro do PT como uma unanimidade, sendo apontado como o nome mais coerente e consolidado do partido, que pode optar por candidatura própria ao Governo do Maranhão.

Caso isso se confirme, Camarão deverá receber apoio oficial de Lula e de toda a base lulista, além de contar com a simpatia de partidos do mesmo campo político, como PSOL, PSB, Rede e PCdoB.

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