
De acordo com o Ministério Público do Piauí, a operação teve como foco endereços ligados a sócios do investigado, identificado como Francisco das Chagas, conhecido como Chico. Foram apreendidos documentos, aparelhos celulares e pendrives relacionados à empresa que ele comandava, com atuação no mercado financeiro e na Bolsa de Valores.
Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a empresa prometia retornos de até 10% ao mês sobre os investimentos. Durante cerca de dois anos, os pagamentos teriam sido realizados regularmente, mas, em seguida, Francisco teria suspendido os repasses, deixando investidores sem resposta e sem acesso ao capital aplicado.
Uma das vítimas relatou ter perdido R$ 140 mil. Até junho, já haviam sido registrados mais de 34 boletins de ocorrência contra a empresa. A polícia acredita que o número de prejudicados pode ser muito maior, ultrapassando a marca de 300 pessoas.
Francisco das Chagas prestou depoimento à Polícia Civil do Piauí por meio de videochamada, após ter deixado o país. As investigações continuam em andamento.





