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Obsessão de poder: A dinastia Brandão em colapso

O dilema da família Brandão em continuar mandando no Estado tornou-se tão grande que passou a ser uma verdadeira obsessão sem limites. Na liderança desse projeto monárquico e obscuro estão o governador oligarca Carlos Brandão e, como peça central, Marcus Brandão, que tenta impor a qualquer custo o nome do filho Orleans Brandão, conhecido nos bastidores da política como Orleans Bebezão, como sucessor do irmão.

Esse desejo insano de perpetuação no poder tem colocado em alerta caciques políticos e até a direção nacional do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), que, nos bastidores, não vê com bons olhos essas movimentações.

Além do projeto de manter a família no comando do Estado, a direção nacional já dispõe de informações — inclusive com base em pesquisas internas — indicando que Orleans Brandão possui chances mínimas de vencer as eleições. Caso o cenário se confirme, ele pode terminar entre os menos votados na disputa pelo governo em 2026, o que representaria um fiasco eleitoral e colocaria mais uma vez o MDB do Maranhão em baixa.

Orleans é apontado até por aliados como um jovem despreparado para os embates políticos e, sobretudo, para administrar o Estado. Falta de carisma, dicção ruim, desconhecimento do Maranhão e ausência total de autonomia são alguns dos fatores que levam o “bebê de proveta” a despencar nas avaliações internas — e fazem com que o projeto bancado pela família, especialmente por seu pai Marcus Brandão e pelo tio, o governador oligarca Carlos Brandão, dificilmente prospere até as convenções.

Outro ponto que tira o sono dos Brandão é a possível mudança no comando nacional do MDB, prevista para ocorrer em breve, o que pode retirar Marcus Brandão da liderança da sigla no Maranhão. Caso isso aconteça, torna-se inviável manter a pré-candidatura de Orleans Bebezão pelo MDB ou por qualquer outra legenda.

Enquanto os Brandão seguem batendo cabeça para “administrar” o partido e a pré-candidatura natimorta de Orleans Bebezão, o povo continua ridicularizando esse projeto do mal, que aprisiona o Estado às garras de uma única família — e deixa claro que não pretende apoiar essa ideia.

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