A captura ocorreu no bairro Jardim Record, em Taboão da Serra, na região metropolitana de São Paulo. Gaspar era procurado desde 2022, quando não retornou ao presídio após o benefício da saída temporária do Dia das Crianças. Desde então, havia contra ele um mandado de prisão expedido pela Justiça do Maranhão.
A primeira passagem de Gaspar pelo sistema prisional maranhense ocorreu em 2012, quando foi preso em flagrante na cidade de Santa Rita pelos crimes de associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo e posse de drogas para consumo pessoal. Posteriormente, ele também foi condenado por roubo majorado com uso de arma de fogo.
Considerado de alta periculosidade, Gaspar foi apontado como líder e um dos fundadores de uma facção que atuava na região da Cidade Olímpica, em São Luís. Por tráfico de drogas e associação para o tráfico, ele recebeu pena de 21 anos, 10 meses e três dias de reclusão.
Devido à influência exercida dentro das unidades prisionais, o criminoso chegou a ser transferido para a Penitenciária Federal de Campo Grande (MS). Segundo decisão judicial, mesmo preso, Gaspar continuava a comandar atividades ilícitas e a presidir o chamado “tribunal do crime” da facção.
Investigações mais recentes indicam que ele migrou para outra organização criminosa, tornando-se uma das principais lideranças do novo grupo, fortalecido por alianças com facções de outros estados.
Após a prisão, Gaspar foi levado à delegacia para os procedimentos de praxe e, em seguida, será reencaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça para cumprir o restante da pena.





