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Polícia

Ex-tenente suspeito da morte de maranhense em Teresina é solto pelo STJ

E stá solto, desde o fim de abril deste ano, o ex-tenente do Exército Brasileiro José
Ricardo Silva Neto, que matou a tiros a maranhense Iarla Lima em Teresina, capital do
Piauí, no dia 19 de junho de 2017. O suspeito foi colocado em liberdade provisória
após decisão de quatro ministros do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília,
no Distrito Federal.

A maranhense foi assassinada a tiros na capital do Piauí

O ex-militar, que foi expulso das Forças Armadas em agosto de 2017, sendo que, na
época, foi transferido do quartel do 2º Batalhão de Engenharia de Construção (2º
BEC), para a Penitenciária Regional de Campo Maior, no Piauí. A decisão de sua
liberdade provisória ocorreu no dia 23 de abril deste ano. A Quinta Tuma do STJ
votou por unanimidade pela soltura de José Ricardo.

O ministro relator Ribeiro Dantas argumentou que não foram apontados “elementos
concretos, aptos a justificar a medida extrema imposta ao paciente”. A advogada Karla
Oliveira, que representa a família de Iarla Lima, falou que não pretende recorrer da
decisão referente à soltura do ex-tenente, pois, caso isso acontecesse, o processo até o
Tribunal do Júri seria mais demorado.

Ricardo foi capturado no dia 19 de junho de 2017, no bairro Santa Isabel, zona leste de
Teresina, logo após o caso, sendo que, além de matar a namorada, também feriu a irmã
e uma amiga dela, dentro do carro do suspeito, depois que o grupo saiu de um bar. Em
fevereiro de 2018, José foi solto pela Justiça, em decisão da 1ª Vara do Tribunal do
Júri de Teresina. Na época, o Poder Judiciário entendeu que o autor não cumpria os
requisitos legais para continuar preso.

Porém, em janeiro deste ano, nova prisão preventiva do ex-tenente foi decretada pelo
Tribunal de Justiça do Piauí, por meio da 2ª Câmara Especializada Criminal, no dia 30.
O desembargador Joaquim Santana ordenou que os oficiais de Justiça cumprissem o
mandado no novo endereço de José, em Recife, capital de Pernambuco, onde estava
morando após receber habeas corpus.

O crime

Iarla Lima, que era natural de Eugênio Barros/MA, foi morta a tiros em 19 de junho de
2017, na saída de um bar. Ela teve uma discussão com o namorado, o então tenente do
2º BEC. O suspeito sacou uma arma de fogo e atirou na vítima, no interior do veículo,
sendo que alvejou, também, a irmã e a amiga dela. O autor foi preso no mesmo dia, no
apartamento onde morava, naquela cidade.

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