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Em 30 dias, operações da SPCC culminam em 81 prisões na Grande Ilha

O empenho do delegado Carlos Alessandro é inquestionável. Por onde ele passa, os
resultados são surpreendentes. À frente da Superintendência Estadual de Investigações
Criminais (Seic), fez um belo trabalho. Agora, como titular da Superintendência de
Polícia Civil da Capital (SPCC), a “mão pesada do Estado” está surtindo efeito contra
a criminalidade. Em 30 dias, já foram 81 prisões em toda a região metropolitana da
capital maranhense – São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa.

Esses resultados foram alcançados por meio das Seccionais e seus respectivos distritos
policiais, que possuem suas circunscrições bem delimitadas em cada parte da Grande
Ilha. De acordo com o delegado Carlos Alessandro, nesse período de 30 dias, foram 11
sentenças condenatórias cumpridas, 15 de prisão temporária, 22 de prisões em
flagrante e 33 de caráter preventivo. Isso significa uma quantidade muito grande de
delinquentes colocados atrás das grades. Quem agradece é a sociedade maranhense,
que pode voltar a pelo menos “pegar um vento” na porta de casa com a certeza de que
a polícia não está de braços cruzados.

Conforme Alessandro, além das operações nas ruas, a SPCC também está priorizando
as ações sociais nas comunidades da Grande Ilha, sobretudo em áreas de grande
vulnerabilidade. No dia 27 de setembro, por exemplo, houve uma mobilização de
ajuda a moradores de rua e dependentes químicos. Isso aconteceu no Mercado Central,
em São Luís. No dia 2 deste mês, ocorreu uma ação de disciplinamento do espaço
público na região central da capital, com a participação da Delegacia de Costumes e da
Seccional Oeste.

“Além disso, foi lançado o presente perfil oficial do Instagram, como forma de
aproximar a sociedade da polícia e otimizar o combate à criminalidade. E, brevemente,
será lançado o aplicativo WhatsApp da SPCC com a finalidade precípua de ser mais
um canal de denúncias, com a garantia do sigilo absoluto, proporcionando, assim,
auxílio nas investigações e maior interação entre a Polícia Civil e comunidade”,
enfatizou Alessandro.

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