Entre os produtos com maior discrepância de valores está o lápis Cristal Fina, encontrado por preços que variam de R$ 0,89 a R$ 5,99, o que representa uma diferença de 573,03%. Outro exemplo é o lápis AZ vermelho sem borracha, vendido entre R$ 2,00 e R$ 7,99, com variação de 299,50%.
Itens infantis temáticos também figuram entre os mais caros. Lancheiras com personagens, como Princesas e Homem-Aranha, apresentaram diferença de até 266,45%, com preços entre R$ 29,99 e R$ 109,90. Já o caderno de 20 matérias da marca Record foi comercializado por valores que vão de R$ 3,39 a R$ 12,00, variação de 253,98%.
O cenário reforça a importância de planejamento e pesquisa antes das compras de início do ano letivo, período em que a demanda por materiais escolares aumenta significativamente. A escolha consciente pode representar economia expressiva no orçamento das famílias.
Especialistas recomendam a reutilização de itens em bom estado, como estojos, tesouras, lapiseiras e apontadores, além da compra de livros e materiais de apoio usados. A comparação de preços entre lojas físicas e plataformas digitais também é apontada como estratégia eficiente para reduzir gastos.
Outra orientação é priorizar produtos sem personagens licenciados, que costumam ter preços mais elevados, e aproveitar descontos para compras à vista ou em grupo. Pais e responsáveis também devem observar atentamente as listas fornecidas pelas escolas, que não podem exigir materiais de uso coletivo ou itens que não tenham finalidade pedagógica individual.
Por fim, consumidores devem exigir nota fiscal detalhada e ficar atentos às condições de pagamento, lembrando que o valor cobrado no cartão de crédito deve ser o mesmo do pagamento à vista.

