A posse está prevista para ocorrer após o encerramento da gestão de Cármen Lúcia, seguindo a tradição do TSE, que estabelece a alternância da presidência entre os ministros do STF que integram o colegiado. Na ocasião, Kassio Nunes Marques deverá ter como vice-presidente o ministro André Mendonça, também integrante do Supremo. Ambos foram indicados ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
O Tribunal Superior Eleitoral é composto por sete ministros: três do Supremo Tribunal Federal, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois juristas oriundos da advocacia, que ocupam vagas de caráter temporário.
Em manifestações públicas e em votos proferidos no âmbito da Justiça Eleitoral, Kassio Nunes Marques tem defendido o papel do TSE no cumprimento das normas do processo democrático e no fortalecimento da confiança da sociedade no sistema eleitoral.
Durante o período eleitoral de 2026, caberá ao TSE a organização, fiscalização e julgamento das questões relacionadas ao pleito, incluindo ações, recursos e consultas de competência da Corte. Conforme as regras internas, a presidência do tribunal é exercida por mandato temporário, com sucessão definida pela ordem de antiguidade entre os ministros do STF que integram o colegiado.

