Ícone do site Jornal Itaqui Bacanga

Coronel do Tech Office entra em desespero e opera contra adversários

Conhecido nos bastidores da política do Maranhão como Coronel do Tech Office, referência ao assassinato ocorrido no caso Tech Office, o governador Oligarca Carlos Brandão e sua corja teriam entrado em desespero diante das últimas movimentações que, segundo fontes, poderiam afastá-lo do poder e até levá-lo à prisão.

De acordo com informações obtidas por fontes do Jornal Itaqui-Bacanga, as investigações envolvendo os casos de corrupção do governo Brandão teriam chegado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e poderão ser analisadas em breve.

Essas informações provocaram o desespero no Oligarca Brandão e de sua família, que, conforme as mesmas fontes, estariam usando influência no Judiciário maranhense e em outros poderes para tentar, a qualquer custo, atacar e retirar do cenário político seus principais adversários.

Nesta semana, chamou atenção a apresentação, na Câmara Municipal de São Luís, de um pedido de cassação contra o prefeito Eduardo Braide, que vem desenvolvendo um bom trabalho na capital. Também gerou estranhamento a movimentação no processo que envolve o vice-governador Felipe Camarão, relacionado a um possível caso de lavagem de dinheiro — investigação que, até o momento, o próprio Judiciário não detalhou de forma conclusiva e que, segundo aliados, mais parece uma ação para perseguir, tumultuar e intimidar aqueles que não se curvam à quadrilha que atualmente comanda o Palácio dos Leões.

Apesar das supostas perseguições atribuídas ao grupo político dos Brandão, outros casos ainda aguardam esclarecimentos pela Justiça, que, até hoje, pouco avançou em determinadas investigações. Um dos exemplos mencionados por fontes é o episódio envolvendo R$ 1 milhão em espécie, apreendidos dentro de um carro no bairro Renascença, durante a pré-campanha em São Luís. Segundo uma fonte do JIB, aquela quantia teria sido implantada por integrantes da família Brandão por meio da empresa Edconsil, suspeita — conforme relatos — de lavar dinheiro para o grupo político e detentora de contratos milionários, incluindo a obra de extensão da Avenida Litorânea.

Além da Edconsil, que, segundo a mesma fonte, seria a principal empresa nas operações obscuras atribuídas ao governador Oligarca Brandão, outras companhias apareceriam nesse cenário de favorecimento, como a do empresário conhecido como Sérgio da Nova Batuque, que também teria, segundo fontes, operações escusas de suposta lavagem de dinheiro relacionadas ao governador Oligarca Carlos Brandão.

Sair da versão mobile