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Que loucura! O jogador de Pôquer Orleans Brandão se compara a João Campos e vira piada 

É muita paranoia

Usando toda a estrutura de comunicação alinhada do governo do próprio tio, o secretário de Assuntos Municipalistas do Maranhão, Orleans Brandão, conhecido como “Bebezão”, concedeu uma entrevista que rapidamente ganhou tom de piada e incredulidade entre aliados e opositores. O motivo: a auto comparação com João Campos, prefeito do Recife e um dos jovens gestores mais bem avaliados do país.

Orleans Bebezão vira piada após entrevista desastrosa

A fala de Orleans expôs um claro desconhecimento sobre política e gestão pública. Enquanto João Campos construiu carreira a partir de preparo técnico, atuação consistente e reconhecimento nacional, Orleans não possui histórico de atuação administrativa, tampouco experiência prévia em cargos públicos. Sua aparição na vida política se deu apenas após ser nomeado pelo tio para comandar uma secretaria considerada de pouca relevância no Executivo estadual.

Apesar de ser integrante de uma família tradicional da política maranhense, os Brandão carregam um histórico marcado por gestões envolvidas em críticas públicas, questionamentos e sucessivos escândalos políticos e administrativos,  algo que acompanha o grupo em praticamente todos os espaços onde exerceu poder. Já João Campos, ao contrário, teve como referência um avô e um pai reconhecidos nacionalmente como excelentes políticos, que deixaram um legado consistente e respeitado. E, mesmo assim, João Campos não se apoiou apenas no sobrenome: construiu sua própria história, consolidou carreira com trabalho e resultados e alcançou destaque por méritos próprios.

A diferença de caminhos é evidente: João Campos enfrentou disputas, acumulou experiência, amadureceu politicamente e alcançou destaque nacional por seu desempenho. Já Orleans, até o momento, não apresenta currículo compatível com o tamanho da pretensão declarada. Segundo as informações de bastidores Orleans Boneco de Olinda é formado por meio de um curso EAD, tem apenas um boa experiência como  jogador de pôquer e registrado em um cargo dado pelo tio, ainda assim ele não conseguiu se destacar, nem fazer nada de relevante, nem ser protagonista de nada.

A entrevista também evidenciou falta de preparo. Declarações soltas e comparações descabidas demonstram que Orleans precisa estudar mais, compreender o papel que ocupa e evitar respostas desconexas. Se acredita que o sobrenome basta para garantir projeção política, deve repensar urgentemente essa visão: sem trabalho, sem preparo e sem compromisso real com a gestão pública, não há comparação possível, muito menos com João Campos.

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