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Terremoto deixa 1.037 mortos no Marrocos

Equipes de resgate procuram sobreviventes em uma casa desabada em Moulay Brahim, na província de Al Haouz

Subiu para 1.037 o número de mortos pelo terremoto de magnitude 6,8 que atingiu o Marrocos na sexta-feira (8).  O balanço anterior era de 820 vítimas fatais. Veículos de imprensa marroquinos apontam que este seria o abalo sísmico mais forte já registrado no país.

O número de feridos também subiu e chegou a 1.204, dos quais 721 estão em estado grave. O balanço anterior era de 820 mortos e 672 feridos.

Segundo o Ministério do Interior, as províncias e municípios do país mais afetadas pelo tremor foram Al Haouz, Marrakech, Ouarzazate, Azilal, Chichaoua e Taroudant. Nas redes sociais, a população afetada registrou momentos de pânico e destruição devido aos tremores.

O terremoto foi sentido com menos intensidade em cidades costeiras como Rabat e Casablanca e até mesmo em Fez, onde está concentrada a seleção olímpica do Brasil (e que fica a 530 km de Marrakech). O abalo também afetou ainda províncias na região oeste da Argélia, país vizinho do Marrocos, mas as autoridades locais negaram haver danos ou vítimas.

Após a tragédia, o Ministério do Interior afirmou que as autoridades mobilizaram “todos os recursos necessários para intervir e ajudar as zonas afetadas” pelo terremoto. Governos de outros países, como Estados Unidos e Espanha, também se ofereceram para ajudar e mandar equipes de resgate de reforço, caso preciso.

(R7.com)

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